Outubro é o mês das cidades. Todos os anos, a ONU-Habitat Brasil promove o Outubro Urbano, mobilização global que discute o futuro das áreas urbanas e como torná-las mais justas e sustentáveis.
Em 2025, sob o tema “Enfrentando desafios urbanos: caminhos para cidades justas e sustentáveis”, a entidade reforça uma ideia essencial: o futuro será urbano, mas só fará sentido se for humano.
Cuidar das cidades é cuidar das pessoas
Mas o que isso significa na prática? Significa que cuidar da cidade é cuidar das pessoas. Esse olhar exige empatia com o território, uso de dados e evidências para orientar decisões e, sobretudo, o estímulo ao pertencimento nas comunidades.
Quando falamos em cidades inteligentes, não tratamos apenas de sensores, tecnologias e aplicativos. Falamos de informação aplicada à vida real, capaz de reduzir desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.
Gestão pública com inovação e empatia
Foi com esse olhar que implantamos o SGZ (Sistema de Gestão de Zeladoria).
A plataforma cruza dados de serviços, obras e demandas da população para orientar decisões em tempo real.
Outra iniciativa é o Urano, sistema preditivo que antecipa ações de zeladoria e ajuda a mitigar os efeitos da chuva, como queda de árvores, alagamentos e deslizamentos de terra.
Soluções simples, impactos profundos
Com essa mesma visão, demos andamento a programas de melhoria de parques, praças e micromobilidade. Assim, vimos como soluções simples podem gerar impactos profundos e transformar o cotidiano das comunidades.
Essas ações mostram que inovação e inclusão caminham juntas quando o foco está nas pessoas.
O desafio urbano do século XXI
A verdadeira inteligência de uma cidade está nas pessoas — em cada morador e em cada política pública que equilibra inovação e humanidade.
O grande desafio das cidades do século XXI é este: crescer sem perder a sensibilidade humana.
E isso começa nas decisões que tomamos hoje.