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Apagão em SP: debater de quem é a culpa não resolve o problema

15 de dezembro de 2025
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Apagão em SP: debater de quem é a culpa não resolve o problema

Sempre que São Paulo enfrenta um evento extremo, surge o mesmo debate sobre a responsabilidade pelos danos causados. A tempestade chega, o vento derruba árvores e milhares de famílias ficam sem energia.

No episódio mais recente, mais de 1,3 milhão de imóveis permaneceram no escuro por dias, reacendendo a discussão entre concessionária e Prefeitura, um debate que não resolve o problema e não prepara a cidade para as consequências das mudanças climáticas.

A queda de árvores e os danos à infraestrutura mostram que arborização urbana é muito mais do que paisagem. É planejamento técnico, é engenharia e é segurança. Isso envolve escolher espécies adequadas ao espaço, fazer manejo constante, prever riscos e integrar informações entre equipes de zeladoria, concessionárias e Defesa Civil. Quando essa estrutura falha, o impacto aparece de forma imediata.

Construir uma cidade resiliente significa antecipar problemas, proteger vidas e manter serviços essenciais funcionando mesmo durante grandes tempestades. Isso exige gestão baseada em dados, tecnologia e integração entre todas as áreas que cuidam da cidade.

Os eventos climáticos deixaram de ser exceção e se tornaram parte da rotina, o que reforça a urgência de soluções inovadoras e preventivas para evitar novos episódios de apagão São Paulo culpa.

Pensar o futuro urbano é assumir que prevenção importa tanto quanto resposta. É olhar para o território com profundidade, preparar sua infraestrutura, fortalecer sistemas essenciais e garantir proteção permanente à população.

Gestão urbana inovadora é isso: planejar com responsabilidade e agir com visão de futuro para construir cidades mais fortes, humanas e resilientes.

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