Nos últimos anos, tem crescido o número de cursos de pós-graduação e MBA voltados à administração pública contemporânea, de Orçamento Público Estratégico a Inteligência Artificial aplicada à gestão, passando por programas com ênfase em Cidades Inteligentes.
Essa tendência revela um novo olhar sobre o papel do gestor público: não basta administrar recursos, é preciso compreender sistemas complexos, integrar tecnologia e tomar decisões baseadas em dados e evidências.
Vivemos um momento em que a inovação deixou de ser opcional e passou a ser parte essencial da boa governança.
A formação técnica, somada à visão estratégica e à sensibilidade social, será o diferencial dessa nova geração de profissionais que já está surgindo nos quadros públicos e nas administrações locais.
São gestores preparados para lidar com dados, planejar com inteligência e conduzir políticas públicas que realmente melhorem a vida das pessoas.
Investir em qualificação é investir em eficiência, transparência e resultados concretos.
É também garantir que o serviço público acompanhe as transformações tecnológicas e sociais que moldam o século XXI.
Capacitar quem faz a gestão é um dos pilares das cidades inteligentes, aquelas escutam sua população, que aprendem, inovam e colocam o cidadão no centro das soluções.
Formar gestores é, portanto, preparar o futuro das cidades do século XXI!