<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Alexandre Modonezi</title>
	<atom:link href="https://modonezi.com.br/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://modonezi.com.br/</link>
	<description>​Gestão pública com inteligência, inovação e escuta.  Conheça a trajetória de Alexandre Modonezi e sua visão sobre o futuro das cidades.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 14 Aug 2026 22:20:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.4</generator>

<image>
	<url>https://modonezi.com.br/wp-content/uploads/2024/07/cropped-Rectangle-2-32x32.png</url>
	<title>Alexandre Modonezi</title>
	<link>https://modonezi.com.br/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O transporte urbano pode ganhar os céus?</title>
		<link>https://modonezi.com.br/o-transporte-urbano-pode-ganhar-os-ceus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 22:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=825</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos em soluções para o trânsito, quase sempre olhamos para o chão: novas avenidas, corredores de ônibus, metrôs e túneis. Mas algumas cidades estão encontrando alternativas acima das ruas. Varanasi, uma das cidades mais antigas e movimentadas da Índia, está próxima de concluir o primeiro sistema de teleférico voltado ao transporte público urbano do [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/o-transporte-urbano-pode-ganhar-os-ceus/">O transporte urbano pode ganhar os céus?</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header aria-label="Cabeçalho do artigo"></header>
<div class="relative reader__grid">
<div class="reader-author-info__container">
<p id="ember256" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quando pensamos em soluções para o trânsito, quase sempre olhamos para o chão: novas avenidas, corredores de ônibus, metrôs e túneis. Mas algumas cidades estão encontrando alternativas acima das ruas.</p>
<p id="ember257" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Varanasi, uma das cidades mais antigas e movimentadas da Índia, está próxima de concluir o primeiro sistema de teleférico voltado ao transporte público urbano do país. Com cerca de 3,8 quilômetros, o projeto foi pensado justamente para aliviar o congestionamento em uma região de ruas estreitas e grande circulação de pessoas.</p>
<p id="ember258" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A ideia, porém, não é inédita no mundo.</p>
<p id="ember259" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Em Medellín, na Colômbia, o Metrocable começou a ser integrado ao metrô em 2004 e se tornou uma referência de conexão entre bairros localizados em áreas de encosta e o restante da rede de transporte.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember260" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHBtMZLBJZ7Yw/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DaACWHPGIAAI-/0/1786745746605?e=1788393600&amp;v=beta&amp;t=F876Ri4aKGSLJf_mu-V5ZVBJhhGaTZh2sR6mdgBNNvg" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember261" class="ember-view reader-text-block__paragraph">La Paz e El Alto, na Bolívia, levaram o conceito ainda mais longe, desenvolvendo uma ampla rede de teleféricos como parte do transporte cotidiano entre diferentes regiões da área metropolitana. Já a Cidade do México incorporou o Cablebús à sua rede de mobilidade, conectando áreas mais afastadas a outros modais de transporte.</p>
<p id="ember262" class="ember-view reader-text-block__paragraph">E o Brasil também tem experiência nesse caminho.</p>
<p id="ember263" class="ember-view reader-text-block__paragraph">No Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, um teleférico com seis estações foi inaugurado em 2011 e chegou a ser integrado aos trens da SuperVia em Bonsucesso. O sistema deixou de funcionar em 2016 e sua recuperação ainda está em andamento, com a retomada atualmente prevista para junho de 2027.</p>
<p id="ember264" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O caso carioca mostra, inclusive, uma lição importante: não basta construir uma solução inovadora. É preciso garantir manutenção, operação e integração com o restante da cidade.</p>
<p id="ember265" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Teleféricos não substituem metrôs, ônibus ou trens. Mas podem ser uma alternativa interessante em regiões densas, com grandes desníveis ou onde abrir novas vias seria caro e complexo</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember266" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQG2wxdntUitow/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DaACWXDPJIAI-/0/1786745812251?e=1788393600&amp;v=beta&amp;t=FKurWQ307WydioGX8PyDbNX5ZFCq5r0oH9SrVhZtLmI" alt="Conteúdo do artigo" width="657" height="369" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember267" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia precisa partir do problema real da cidade. Onde estão os maiores fluxos? Quanto tempo será economizado? Como o passageiro continuará sua viagem depois de sair da estação?</p>
<p id="ember268" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mobilidade eficiente não depende de um único modal, mas de uma rede que funcione de forma integrada.</p>
<p id="ember269" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quando falta espaço nas ruas, talvez seja hora de olhar também para o que existe acima delas.</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/o-transporte-urbano-pode-ganhar-os-ceus/">O transporte urbano pode ganhar os céus?</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inteligência artificial nos semáforos: o Google chegou para mudar o jogo</title>
		<link>https://modonezi.com.br/inteligencia-artificial-nos-semaforos-o-google-chegou-para-mudar-o-jogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=820</guid>

					<description><![CDATA[<p>São Paulo começou a testar uma aplicação de inteligência artificial que mostra como a tecnologia pode melhorar a cidade sem depender, necessariamente, de grandes obras ou novas estruturas físicas. Desde junho, a cidade participa dos testes do Green Light, projeto desenvolvido pelo Google em parceria com a CET e a Prodam. A proposta é utilizar [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/inteligencia-artificial-nos-semaforos-o-google-chegou-para-mudar-o-jogo/">Inteligência artificial nos semáforos: o Google chegou para mudar o jogo</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header aria-label="Cabeçalho do artigo"></header>
<div class="relative reader__grid">
<div class="reader-author-info__container">
<p id="ember55" class="ember-view reader-text-block__paragraph">São Paulo começou a testar uma aplicação de inteligência artificial que mostra como a tecnologia pode melhorar a cidade sem depender, necessariamente, de grandes obras ou novas estruturas físicas.</p>
<p id="ember56" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Desde junho, a cidade participa dos testes do Green Light, projeto desenvolvido pelo Google em parceria com a CET e a Prodam. A proposta é utilizar dados de mobilidade para identificar como os veículos circulam pelos cruzamentos e sugerir ajustes nos tempos dos semáforos.</p>
<p id="ember57" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quem dirige por São Paulo conhece bem o problema: o trânsito anda alguns metros, o sinal fecha, abre novamente e, poucos metros depois, outro semáforo interrompe o fluxo. Em uma cidade com milhares de cruzamentos semaforizados, pequenas diferenças de tempo podem provocar grandes impactos ao longo do dia.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember58" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQFWxcDjXnBoHg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ_xLJtcIwAU-/0/1786457660643?e=1787788800&amp;v=beta&amp;t=Aeou1SSsj53O7bPGCpZlsj71MbTuIGnfQpiVhD7TRZY" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember59" class="ember-view reader-text-block__paragraph">É justamente nesse ponto que entra a inteligência artificial.</p>
<p id="ember60" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia analisa padrões de circulação a partir de informações agregadas de aplicativos de navegação e identifica oportunidades para melhorar a sincronização dos sinais. Em vez de exigir a instalação de novos sensores em cada cruzamento, o sistema consegue trabalhar com dados que já existem.</p>
<p id="ember61" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mas há um aspecto importante: a tecnologia recomenda, mas a decisão continua sendo humana. As sugestões são avaliadas pelas equipes responsáveis pelo trânsito antes de qualquer alteração na programação dos semáforos.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember62" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQETRhDKNPMSOA/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZ_xLHLvKIAI-/0/1786457650380?e=1787788800&amp;v=beta&amp;t=wWoOi8mRdEVmVjKAEKpK0295UCYlO1o8vEkCrbsJqLM" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember63" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Os primeiros testes já apontam redução no número de paradas em alguns cruzamentos. Isso pode significar menos tempo perdido no trânsito, menor consumo de combustível e, consequentemente, redução de emissões.</p>
<p id="ember64" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mais do que uma inovação tecnológica, esse projeto traz uma reflexão importante para a gestão das cidades.</p>
<p id="ember65" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Nem sempre melhorar um serviço público significa começar uma grande obra. Muitas vezes, a transformação pode estar em usar melhor as informações que a cidade já produz, identificar gargalos e tomar decisões mais precisas.</p>
<p id="ember66" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A inteligência artificial tem potencial para apoiar diversas áreas da gestão pública. Mas seu verdadeiro valor aparece quando ela deixa de ser apenas uma novidade tecnológica e passa a resolver problemas concretos da população.</p>
<p id="ember67" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Uma cidade inteligente não é aquela que simplesmente adota mais tecnologia. É aquela que consegue transformar dados em decisões melhores para quem vive nela.</p>
</div>
</div>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/inteligencia-artificial-nos-semaforos-o-google-chegou-para-mudar-o-jogo/">Inteligência artificial nos semáforos: o Google chegou para mudar o jogo</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pensar moradias resilientes é essencial para o planejamento urbano</title>
		<link>https://modonezi.com.br/pensar-moradias-resilientes-e-essencial-para-o-planejamento-urbano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:10:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=816</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos em cidades preparadas para enfrentar enchentes, chuvas intensas e ondas de calor, normalmente lembramos de grandes obras de drenagem, parques, reservatórios e sistemas de monitoramento. Mas existe uma infraestrutura essencial que muitas vezes fica fora desse planejamento: a própria moradia. A primeira infraestrutura de proteção de uma pessoa é a própria casa. Uma [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/pensar-moradias-resilientes-e-essencial-para-o-planejamento-urbano/">Pensar moradias resilientes é essencial para o planejamento urbano</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ember307" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quando pensamos em cidades preparadas para enfrentar enchentes, chuvas intensas e ondas de calor, normalmente lembramos de grandes obras de drenagem, parques, reservatórios e sistemas de monitoramento.</p>
<p id="ember308" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mas existe uma infraestrutura essencial que muitas vezes fica fora desse planejamento: a própria moradia.</p>
<p id="ember309" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A primeira infraestrutura de proteção de uma pessoa é a própria casa.</p>
<p id="ember310" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Uma residência com estrutura frágil, infiltrações, pouca ventilação ou localizada em área de risco deixa de ser apenas um problema habitacional. Ela se torna um ponto de vulnerabilidade climática.</p>
<p id="ember311" class="ember-view reader-text-block__paragraph">É dentro das casas que muitas famílias perdem móveis, documentos e anos de trabalho durante uma enchente. Nos períodos de calor extremo, são as moradias sem ventilação, arborização ou isolamento adequado que concentram as temperaturas mais altas.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember312" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHESI6Qc2zFJQ/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ_OmfTkIcAU-/0/1785877624603?e=1787184000&amp;v=beta&amp;t=lKuGoqr2tfJy4iYPw7fdopsmdoVDmoBoEnCYNeUW6ew" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember313" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Por isso, política habitacional e política climática não podem continuar sendo tratadas separadamente.</p>
<p id="ember314" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Bogotá vem avançando nessa direção ao integrar habitação social, transporte público, drenagem sustentável e critérios ambientais. A lógica é simples: não basta construir casas. É preciso conectá-las a serviços, mobilidade, saneamento e espaços urbanos mais preparados para eventos extremos.</p>
<p id="ember315" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Essa integração também deve alcançar as moradias que já existem. Reforço estrutural, melhoria da ventilação, recuperação de telhados, drenagem no entorno e eficiência energética podem reduzir riscos sem depender apenas de grandes obras.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember317" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHk8SrJL8E1Kw/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ_OmlbTHQAQ-/0/1785877649527?e=1787184000&amp;v=beta&amp;t=LnnWJB3IjBbW_B3sWKKeKkRLXO3X72IKDA_N5Jbs-w4" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember318" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Com dados territoriais, a gestão pública pode identificar quais comunidades estão mais expostas a enchentes, deslizamentos e calor intenso, direcionando recursos para onde a prevenção é mais urgente.</p>
<p id="ember319" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Uma cidade resiliente não é medida apenas pelo tamanho das obras que realiza, mas pela capacidade de proteger quem vive nela.</p>
<p id="ember320" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Preparar as cidades para as mudanças climáticas também significa garantir que cada pessoa tenha, dentro de casa, um lugar seguro para permanecer.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/pensar-moradias-resilientes-e-essencial-para-o-planejamento-urbano/">Pensar moradias resilientes é essencial para o planejamento urbano</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Terremoto no Japão: O limite da tecnologia diante dos desastres naturais</title>
		<link>https://modonezi.com.br/terremoto-no-japao-o-limite-da-tecnologia-diante-dos-desastres-naturais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 19:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=813</guid>

					<description><![CDATA[<p>O terremoto que atingiu a região de Kumamoto, no sul do Japão, em 28 de julho de 2026, voltou a expor um dos maiores desafios do planejamento urbano: até onde a tecnologia consegue proteger uma cidade diante da força da natureza? O tremor teve magnitude 7,1 e alcançou o nível máximo da escala japonesa de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/terremoto-no-japao-o-limite-da-tecnologia-diante-dos-desastres-naturais/">Terremoto no Japão: O limite da tecnologia diante dos desastres naturais</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ember54" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O terremoto que atingiu a região de Kumamoto, no sul do Japão, em 28 de julho de 2026, voltou a expor um dos maiores desafios do planejamento urbano: até onde a tecnologia consegue proteger uma cidade diante da força da natureza?</p>
<p id="ember55" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O tremor teve magnitude 7,1 e alcançou o nível máximo da escala japonesa de intensidade em algumas localidades. Nos dias seguintes, centenas de novos abalos foram registrados, mantendo a população em alerta e aumentando os riscos para estruturas que já haviam sido danificadas.</p>
<p id="ember56" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O Japão é reconhecido mundialmente pela preparação para terremotos. O país possui uma ampla rede de monitoramento, sistemas de alerta antecipado, normas rigorosas de construção, protocolos de evacuação e uma população acostumada a participar de treinamentos.</p>
<p id="ember57" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Essa estrutura faz diferença. Os alertas podem interromper trens, desacelerar equipamentos industriais e oferecer alguns segundos para que as pessoas busquem proteção. No entanto, a própria Agência Meteorológica do Japão reconhece que, próximo ao epicentro, o aviso pode chegar tarde demais. Entre a emissão do alerta e o início do tremor mais forte, muitas vezes existem apenas alguns segundos.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember58" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQFeCVaHBg88MQ/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ.5leWnJ8AU-/0/1785525036684?e=1787184000&amp;v=beta&amp;t=v-oWGuN4B5p48aaNVMcHAsGUC0zgcJ88onl42xpNXQs" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember59" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O episódio recente mostrou que nem mesmo uma das nações mais preparadas está livre de perdas humanas, interrupções no abastecimento de água e energia, danos em estradas, paralisação de transportes e impactos sobre fábricas e cadeias produtivas. Em uma região importante para as indústrias automobilística e de semicondutores, empresas precisaram suspender temporariamente suas operações para verificar equipamentos e estruturas.</p>
<p id="ember60" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Isso não significa que a tecnologia tenha fracassado. Pelo contrário. A questão é compreender sua verdadeira função.</p>
<p id="ember61" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia não impede o movimento das placas tectônicas, não elimina todos os deslizamentos e não garante que cada edifício permanecerá intacto. Ela ajuda a identificar riscos, emitir alertas, orientar evacuações, proteger infraestruturas e acelerar a recuperação dos serviços essenciais.</p>
<p id="ember62" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Também é preciso entender que os impactos de um terremoto não são provocados apenas pelo tremor inicial. Incêndios, vazamentos, quedas de estruturas, falhas de comunicação, falta de água, hospitais sobrecarregados e dificuldades para acolher a população podem ampliar rapidamente a dimensão do desastre.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember64" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQGa6f4ig5w6iA/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZ.5lmUlKgAI-/0/1785525069391?e=1787184000&amp;v=beta&amp;t=jX8N3JCneyAAaZWfzhN6tZuO1PyQpt2zq45GYjU9mR0" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember65" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Por isso, uma cidade resiliente não pode depender somente de sensores, câmeras, softwares ou centrais de monitoramento. É necessário combinar tecnologia com manutenção permanente, fiscalização das construções, atualização das normas, planos de contingência, treinamento das equipes e informação clara para a população.</p>
<p id="ember66" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O terremoto no Japão deixa uma lição importante para todas as cidades, inclusive aquelas que enfrentam outros tipos de eventos extremos, como enchentes, deslizamentos, incêndios e ondas de calor.</p>
<p id="ember67" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Não existe risco zero. O que existe é a possibilidade de conhecer as vulnerabilidades, preparar os serviços públicos e reduzir as consequências antes que uma emergência aconteça.</p>
<p id="ember68" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia não elimina os desastres. Mas, quando está integrada ao planejamento e à capacidade de resposta, pode impedir que seus impactos sejam ainda maiores.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/terremoto-no-japao-o-limite-da-tecnologia-diante-dos-desastres-naturais/">Terremoto no Japão: O limite da tecnologia diante dos desastres naturais</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ovelhas sob painéis solares: quando natureza e tecnologia trabalham juntas</title>
		<link>https://modonezi.com.br/ovelhas-sob-paineis-solares-quando-natureza-e-tecnologia-trabalham-juntas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 20:36:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=805</guid>

					<description><![CDATA[<p>A transição energética vai muito além da instalação de painéis solares. Ela também exige soluções inteligentes para cuidar das áreas ocupadas pelas usinas e manter sua eficiência ao longo do tempo. Na cidade de Września, na Polônia, a Volkswagen passou a utilizar cerca de 100 ovelhas sob mais de 31 mil painéis solares instalados na [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/ovelhas-sob-paineis-solares-quando-natureza-e-tecnologia-trabalham-juntas/">Ovelhas sob painéis solares: quando natureza e tecnologia trabalham juntas</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A transição energética vai muito além da instalação de painéis solares. Ela também exige soluções inteligentes para cuidar das áreas ocupadas pelas usinas e manter sua eficiência ao longo do tempo.</p>
<p>Na cidade de Września, na Polônia, a Volkswagen passou a utilizar cerca de 100 ovelhas sob mais de 31 mil painéis solares instalados na área de sua fábrica. Os animais ajudam a controlar o crescimento da vegetação, substituindo parte do trabalho realizado por tratores, cortadores mecânicos e produtos químicos.</p>
<p>A iniciativa reduz o consumo de combustível, diminui os custos de manutenção e evita possíveis danos às estruturas dos painéis. Ao mesmo tempo, os resíduos orgânicos produzidos pelas ovelhas contribuem para a fertilização natural do solo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-809" src="https://modonezi.com.br/wp-content/uploads/2026/07/sheep-grazing-solar-panels-engli-202607111022.jpeg" alt="" width="721" height="402" /></p>
<p>A usina ocupa aproximadamente 27 hectares, possui capacidade de 18,3 megawatts e gera cerca de 25% da energia elétrica consumida anualmente pela fábrica.</p>
<p>O projeto também é acompanhado por pesquisadores da Universidade de Ciências da Vida de Poznań, que avaliam o bem-estar dos animais, as mudanças no solo, a qualidade das pastagens e o microclima criado pela presença dos painéis.</p>
<p>A sombra das estruturas pode proteger o rebanho durante os períodos de calor, enquanto a vegetação ajuda a preservar o solo e reduzir a erosão. Essa convivência entre produção de energia e atividade agropecuária faz parte de um conceito conhecido como agrovoltaica.</p>
<p>Na prática, a agrovoltaica permite que uma mesma área seja utilizada para diferentes finalidades. Em vez de destinar grandes extensões de terra exclusivamente à geração de energia, é possível conciliar painéis solares com pastagens, plantações e projetos de preservação ambiental.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-808" src="https://modonezi.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-28-at-17.27.16.jpeg" alt="" width="728" height="546" /></p>
<p>O caso mostra que inovação nem sempre depende de soluções complexas ou caras. Muitas vezes, ela surge da integração entre conhecimentos diferentes e da busca por formas mais eficientes de utilizar os recursos disponíveis.</p>
<p>Quando tecnologia, planejamento e natureza trabalham juntos, a sustentabilidade deixa de ser apenas um compromisso ambiental e passa a gerar resultados econômicos, operacionais e sociais.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/ovelhas-sob-paineis-solares-quando-natureza-e-tecnologia-trabalham-juntas/">Ovelhas sob painéis solares: quando natureza e tecnologia trabalham juntas</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O temporal de Ribeirão Preto e a importância da tecnologia para prevenção e planejamento urbano</title>
		<link>https://modonezi.com.br/o-temporal-de-ribeirao-preto-e-a-importancia-da-tecnologia-para-prevencao-e-planejamento-urbano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 20:23:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=802</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ribeirão Preto viveu, nesta sexta-feira (24), uma situação que exige solidariedade, resposta rápida e, principalmente, aprendizado. Em poucos minutos, a chuva intensa e as fortes rajadas de vento provocaram quedas de árvores, interrupções de energia, bloqueios de vias e danos em equipamentos essenciais, incluindo unidades de saúde. Uma morte foi confirmada e centenas de ocorrências [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/o-temporal-de-ribeirao-preto-e-a-importancia-da-tecnologia-para-prevencao-e-planejamento-urbano/">O temporal de Ribeirão Preto e a importância da tecnologia para prevenção e planejamento urbano</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ember299" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Ribeirão Preto viveu, nesta sexta-feira (24), uma situação que exige solidariedade, resposta rápida e, principalmente, aprendizado. Em poucos minutos, a chuva intensa e as fortes rajadas de vento provocaram quedas de árvores, interrupções de energia, bloqueios de vias e danos em equipamentos essenciais, incluindo unidades de saúde.</p>
<p id="ember300" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Uma morte foi confirmada e centenas de ocorrências foram registradas. Mas a atuação pública não pode terminar quando a água baixa e as ruas são liberadas. Cada ocorrência precisa gerar informação para evitar que os mesmos problemas se repitam.</p>
<p id="ember301" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A preparação para a época de chuvas começa durante a estiagem. É nesse período que o município deve limpar galerias e bocas de lobo, desassorear córregos, revisar sistemas de drenagem, monitorar árvores, identificar áreas vulneráveis e preparar as equipes para situações de emergência.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember302" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQEUOyMu_voU_Q/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ.VyGluJ8AQ-/0/1784924367451?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=Sa-XSDRiEUmDR9dAc49Cqpmb2cQ-W2jJu_I8DGB3Ozg" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember303" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Também é fundamental conhecer o território. Onde a água se acumula primeiro? Quais vias podem ficar bloqueadas? Quais hospitais, escolas e equipamentos públicos estão em áreas mais vulneráveis? Sem esse diagnóstico, a gestão acaba reagindo somente depois que o problema já aconteceu.</p>
<p id="ember304" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quando estive à frente da Secretaria Municipal das Subprefeituras de São Paulo, desenvolvemos o Sistema Urano justamente para ampliar a capacidade de prevenção diante de chuvas e alagamentos.</p>
<p id="ember305" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia cruzava previsões meteorológicas, dados territoriais e o histórico de ocorrências para identificar quais regiões poderiam ser mais afetadas. Com isso, as equipes e os equipamentos podiam ser direcionados antecipadamente para os pontos de maior risco.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember306" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQH9nqLyy_yvTg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ.VyKrWJ8AU-/0/1784924384368?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=1WcHTv73tkzssvQfE6infdGIwdVsZt2AyYsSVsZudWE" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember307" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Esse é o papel da tecnologia na gestão pública: transformar dados em decisões e alertas em ações concretas.</p>
<p id="ember308" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Sistemas de monitoramento, sensores, câmeras e mapas de risco não substituem obras de drenagem, manutenção urbana ou equipes preparadas. Eles ajudam a integrar essas frentes, reduzir o tempo de resposta e organizar melhor os recursos disponíveis.</p>
<p id="ember309" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Ribeirão Preto precisa reconstruir o que foi danificado, mas também deve aproveitar este momento para fortalecer uma política permanente de prevenção.</p>
<p id="ember310" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A chuva não pode ser controlada. A forma como a cidade se prepara antes, atua durante e aprende depois dela é uma escolha de gestão.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/o-temporal-de-ribeirao-preto-e-a-importancia-da-tecnologia-para-prevencao-e-planejamento-urbano/">O temporal de Ribeirão Preto e a importância da tecnologia para prevenção e planejamento urbano</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Onde a gestão pública pode perder dinheiro sem perceber</title>
		<link>https://modonezi.com.br/onde-a-gestao-publica-pode-perder-dinheiro-sem-perceber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 20:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=799</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando se fala em desperdício na administração pública, é comum pensar em contratos caros, compras mal planejadas ou obras que ultrapassam o orçamento. Mas uma parte importante das perdas acontece de forma silenciosa, escondida nos processos do dia a dia. São equipes que se deslocam sem as informações necessárias, serviços que precisam ser refeitos, demandas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/onde-a-gestao-publica-pode-perder-dinheiro-sem-perceber/">Onde a gestão pública pode perder dinheiro sem perceber</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ember55" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quando se fala em desperdício na administração pública, é comum pensar em contratos caros, compras mal planejadas ou obras que ultrapassam o orçamento. Mas uma parte importante das perdas acontece de forma silenciosa, escondida nos processos do dia a dia.</p>
<p id="ember56" class="ember-view reader-text-block__paragraph">São equipes que se deslocam sem as informações necessárias, serviços que precisam ser refeitos, demandas encaminhadas ao setor errado, contratos pouco acompanhados e áreas que trabalham de forma isolada.</p>
<p id="ember57" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Individualmente, essas falhas podem parecer pequenas. Quando se repetem todos os dias, em diferentes regiões e secretarias, passam a representar um custo significativo para a cidade.</p>
<p id="ember58" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Uma equipe de manutenção pode chegar ao endereço sem o equipamento adequado ou descobrir que o serviço depende da atuação prévia de outro órgão. O deslocamento aconteceu, houve gasto de combustível e horas de trabalho, mas o problema não foi resolvido.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember59" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQEvudvedEE-jA/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZ.BIoUrJQAI-/0/1784577951252?e=1785974400&amp;v=beta&amp;t=_2hjJO_N2LIHshI1nFbBtvgYXU1UHWD5BNX4EwVbMb8" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember60" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Em outra situação, duas equipes podem visitar o mesmo local em momentos diferentes por falta de integração. Uma rua pode receber uma intervenção e, pouco tempo depois, ser aberta novamente por uma concessionária. Uma solicitação do cidadão pode circular por diversos departamentos antes de chegar ao responsável correto.</p>
<p id="ember61" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Tudo isso gera retrabalho.</p>
<p id="ember62" class="ember-view reader-text-block__paragraph">E retrabalho também é desperdício. Ele consome materiais, tempo, mão de obra e capacidade operacional que poderiam estar sendo direcionados para outras demandas da população.</p>
<p id="ember63" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Outro ponto importante está no acompanhamento dos contratos públicos. Não basta saber quanto foi contratado ou quantas equipes estão previstas. É preciso medir o que foi realmente entregue.</p>
<p id="ember64" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Onde o serviço foi realizado? Quanto tempo levou? A execução teve qualidade? O problema voltou a acontecer? A empresa cumpriu os prazos e os padrões definidos?</p>
<p id="ember65" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Sem indicadores claros, a gestão corre o risco de acompanhar apenas valores e quantidades, sem avaliar o resultado concreto para a cidade.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember66" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQElp1XQ1CnUwQ/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZ.BIs0QGwAI-/0/1784577969884?e=1785974400&amp;v=beta&amp;t=cdXTKWMnkbIrHDtL0maOF0LjxHc_4mpZfWXyuCe5Qqo" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember67" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia pode ajudar a tornar essas perdas visíveis. Sistemas integrados, georreferenciamento, registros digitais e painéis de acompanhamento permitem organizar rotas, cruzar informações, monitorar ordens de serviço e identificar falhas recorrentes.</p>
<p id="ember68" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mas comprar tecnologia, por si só, não resolve o problema. É necessário revisar processos, definir responsabilidades e fazer com que as áreas compartilhem informações.</p>
<p id="ember69" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Antes de ampliar equipes, contratar novos serviços ou adquirir mais equipamentos, a gestão pública precisa entender como os recursos atuais estão sendo utilizados.</p>
<p id="ember70" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quantos deslocamentos poderiam ser evitados? Quantos serviços precisam ser refeitos? Quantas demandas ficam paradas por falta de comunicação? Quantos contratos são avaliados apenas pelo custo, e não pelo desempenho?</p>
<p id="ember71" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Eficiência não significa simplesmente cortar despesas. Significa reduzir falhas, evitar repetições e utilizar melhor cada recurso disponível.</p>
<p id="ember72" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O maior desperdício da prefeitura nem sempre está no orçamento. Muitas vezes, está no processo.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/onde-a-gestao-publica-pode-perder-dinheiro-sem-perceber/">Onde a gestão pública pode perder dinheiro sem perceber</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A cidade que envelhece: como preparar os municípios para uma população mais idosa</title>
		<link>https://modonezi.com.br/a-cidade-que-envelhece-como-preparar-os-municipios-para-uma-populacao-mais-idosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=794</guid>

					<description><![CDATA[<p>O envelhecimento da população brasileira já é uma realidade. No entanto, muitas cidades ainda são planejadas como se todos os moradores tivessem a mesma mobilidade, disposição e facilidade para se deslocar. Para uma pessoa idosa, uma calçada quebrada, uma rua mal iluminada ou uma travessia muito rápida não são apenas problemas de zeladoria. São obstáculos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/a-cidade-que-envelhece-como-preparar-os-municipios-para-uma-populacao-mais-idosa/">A cidade que envelhece: como preparar os municípios para uma população mais idosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ember241" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O envelhecimento da população brasileira já é uma realidade. No entanto, muitas cidades ainda são planejadas como se todos os moradores tivessem a mesma mobilidade, disposição e facilidade para se deslocar.</p>
<p id="ember242" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Para uma pessoa idosa, uma calçada quebrada, uma rua mal iluminada ou uma travessia muito rápida não são apenas problemas de zeladoria. São obstáculos que podem limitar sua autonomia, dificultar o acesso aos serviços públicos e até afastá-la da convivência social.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember243" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQGdoRpab1KLdg/article-inline_image-shrink_400_744/B4DZ9ctPiNIIAM-/0/1783966792217?e=1785369600&amp;v=beta&amp;t=laJjhZynp5l001_KWDBWsvdr5Wu3zrU-L6zQfUsl8KY" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light">Foto: ComCiência</figcaption></figure>
</div>
<p id="ember244" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Preparar os municípios para essa transformação exige colocar o envelhecimento no centro do planejamento urbano. Isso significa investir em calçadas acessíveis, travessias seguras, bancos em praças e pontos de ônibus, iluminação adequada, transporte adaptado e serviços de saúde mais próximos das pessoas.</p>
<p id="ember245" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Também é preciso pensar nos bairros de forma integrada. Não adianta oferecer um bom atendimento médico se o cidadão não consegue chegar com segurança até a unidade de saúde. Da mesma forma, não basta reformar uma praça se as ruas ao redor continuam inacessíveis.</p>
<p id="ember246" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia pode contribuir nesse processo, ajudando a identificar onde vivem as pessoas idosas, quais regiões apresentam mais obstáculos e onde os investimentos são mais urgentes. Mas nenhum dado substitui a escuta de quem vivencia essas dificuldades todos os dias.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember247" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQGdq-w_1NdoOw/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ9ctaXWJ4AQ-/0/1783966836402?e=1785369600&amp;v=beta&amp;t=AZyzPfsyuyUAx9qkodMebcRVLDGmCWCjmPVPZE3Aqas" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light">Foto: Prefeitura de Maceió</figcaption></figure>
</div>
<p id="ember248" class="ember-view reader-text-block__paragraph">E há um ponto importante: cidades mais acessíveis não beneficiam apenas os idosos. Uma boa calçada também ajuda pessoas com deficiência, famílias com carrinhos de bebê, crianças e qualquer cidadão com mobilidade reduzida, mesmo que temporariamente.</p>
<p id="ember249" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Planejar para o envelhecimento é planejar uma cidade mais humana, segura e preparada para o futuro.</p>
<p id="ember250" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Uma cidade boa para o idoso é uma cidade melhor para todo mundo.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/a-cidade-que-envelhece-como-preparar-os-municipios-para-uma-populacao-mais-idosa/">A cidade que envelhece: como preparar os municípios para uma população mais idosa</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>As cidades invisíveis: o que as prefeituras não enxergam, elas não conseguem cuidar</title>
		<link>https://modonezi.com.br/as-cidades-invisiveis-o-que-as-prefeituras-nao-enxergam-elas-nao-conseguem-cuidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 20:33:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=789</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todas as cidades tem uma parte visível, aquela que aparece no dia a dia das pessoas: ruas, praças, calçadas, árvores, postes, bocas de lobo, pontos de ônibus, canteiros, áreas verdes e equipamentos públicos. Mas, para a gestão pública, muitas vezes essa cidade ainda é invisível. Muitos municípios não sabem exatamente quantos quilômetros de vias possuem, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/as-cidades-invisiveis-o-que-as-prefeituras-nao-enxergam-elas-nao-conseguem-cuidar/">As cidades invisíveis: o que as prefeituras não enxergam, elas não conseguem cuidar</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ember259" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Todas as cidades tem uma parte visível, aquela que aparece no dia a dia das pessoas: ruas, praças, calçadas, árvores, postes, bocas de lobo, pontos de ônibus, canteiros, áreas verdes e equipamentos públicos.</p>
<p id="ember260" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mas, para a gestão pública, muitas vezes essa cidade ainda é invisível.</p>
<p id="ember261" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Muitos municípios não sabem exatamente quantos quilômetros de vias possuem, quantas árvores precisam de manejo, onde estão as calçadas em pior estado, quais bocas de lobo precisam de limpeza, quais áreas verdes estão abandonadas ou quais equipamentos urbanos precisam de manutenção.</p>
<p id="ember262" class="ember-view reader-text-block__paragraph">E existe uma regra simples na gestão: não se cuida bem daquilo que não se conhece.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember263" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQFP19m2YGckog/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZ85H72rJ8AI-/0/1783369809531?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=UkhL9iJ0ks7W85AAUE3l6iKK11HcYxevTdcuXtWnBZc" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember264" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Durante muito tempo, a administração pública trabalhou de forma reativa. O problema aparece, o cidadão reclama, as prefeituras enviam uma equipe e tentam resolver. Esse modelo até funciona em alguns casos, mas ele é limitado, caro e pouco eficiente.</p>
<p id="ember265" class="ember-view reader-text-block__paragraph">As cidades precisam ser tratadas como um conjunto de ativos urbanos. Uma árvore não é apenas uma árvore. Ela melhora a qualidade do ar, reduz a temperatura, ajuda na absorção de água e contribui para o bem-estar da população. Uma calçada não é apenas uma faixa de concreto. Ela é mobilidade, acessibilidade e segurança. Uma boca de lobo não é apenas um ponto de drenagem. Ela pode ser a diferença entre uma chuva comum e uma rua alagada.</p>
<p id="ember266" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quando as prefeituras não mapeiam esses ativos, elas perdem a capacidade de planejamento. A gestão passa a depender apenas da reclamação, da emergência e da memória das equipes. Isso gera retrabalho, desperdício de dinheiro público e atraso na solução dos problemas.</p>
<p id="ember267" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia pode mudar essa lógica.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember268" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQFQKjqHs8S62w/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZ85IAzBK8AI-/0/1783369829828?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=uPmL0XwZGeeXZ_aw1sHZhc6DxfjC8F4CNtgEbKxsGZ4" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light"></figcaption></figure>
</div>
<p id="ember269" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Com mapeamento, imagens, georreferenciamento, inteligência artificial e sistemas de gestão, é possível enxergar a cidade com muito mais precisão. A prefeitura pode saber onde estão os problemas, quais são as prioridades, quais regiões concentram mais demandas e onde o investimento público gera mais impacto.</p>
<p id="ember270" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Isso não significa substituir o trabalho humano. Pelo contrário. A tecnologia organiza a informação para que o gestor público decida melhor e as equipes atuem com mais eficiência.</p>
<p id="ember271" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Uma cidade inteligente começa quando a prefeitura deixa de trabalhar no escuro.</p>
<p id="ember272" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Mapear a cidade invisível é transformar informação em planejamento. É sair da lógica do improviso e construir uma gestão mais preventiva, econômica e próxima da vida real das pessoas.</p>
<p id="ember273" class="ember-view reader-text-block__paragraph">No fim, o cidadão não quer saber apenas se as prefeituras tem sistemas, aplicativos ou painel de dados. Ele quer saber se a rua está bem cuidada, se a árvore não oferece risco, se a calçada permite caminhar, se a água da chuva escoa, se o bairro recebe atenção.</p>
<p id="ember274" class="ember-view reader-text-block__paragraph">A tecnologia só faz sentido quando ajuda a entregar isso.</p>
<p id="ember275" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Porque as cidades que as prefeituras não enxergam são as mesmas cidades onde o cidadão vive todos os dias.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/as-cidades-invisiveis-o-que-as-prefeituras-nao-enxergam-elas-nao-conseguem-cuidar/">As cidades invisíveis: o que as prefeituras não enxergam, elas não conseguem cuidar</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reciclagem de RCC com tecnologia simples: inovação não precisa ser cara</title>
		<link>https://modonezi.com.br/reciclagem-de-rcc-com-tecnologia-simples-inovacao-nao-precisa-ser-cara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[modonezi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://modonezi.com.br/?p=785</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando se fala em inovação na gestão pública, muita gente pensa imediatamente em tecnologias complexas, sistemas sofisticados e grandes investimentos. Mas algumas das soluções mais eficientes para as cidades são simples, baratas e já estão disponíveis. A reciclagem de resíduos da construção civil é um desses casos. O RCC, resíduo da construção civil, representa um [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/reciclagem-de-rcc-com-tecnologia-simples-inovacao-nao-precisa-ser-cara/">Reciclagem de RCC com tecnologia simples: inovação não precisa ser cara</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="ember56" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Quando se fala em inovação na gestão pública, muita gente pensa imediatamente em tecnologias complexas, sistemas sofisticados e grandes investimentos. Mas algumas das soluções mais eficientes para as cidades são simples, baratas e já estão disponíveis. A reciclagem de resíduos da construção civil é um desses casos.</p>
<p id="ember57" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O RCC, resíduo da construção civil, representa um volume enorme de material descartado todos os dias nas cidades. Restos de concreto, blocos, tijolos, argamassa e outros materiais poderiam ser triturados e reaproveitados em bases de estrada, calçadas, pavimentação, obras públicas e manutenção urbana. Em vez disso, muitas vezes acabam ocupando aterros, sendo descartados de forma irregular ou gerando custo para remoção e transporte.</p>
<p id="ember58" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O problema não é falta de tecnologia. Britadores, usinas móveis e processos de triagem já permitem transformar parte desse material em agregado reciclado. A questão é que o Brasil ainda trata muito resíduo da construção civil como entulho, quando deveria tratá-lo como insumo.</p>
<p id="ember59" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Para as prefeituras, essa mudança de lógica pode gerar ganhos importantes. Ao reaproveitar RCC, o município reduz o volume enviado para aterros, diminui pontos de descarte irregular, economiza na compra de material para obras e cria uma política ambiental com aplicação prática. É uma solução que conecta limpeza urbana, infraestrutura, sustentabilidade e eficiência de gasto público.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember60" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQG9bA2hJKaflg/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4DZ8e9d8rJsAI-/0/1782930859622?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=OqGmgYc6oUSklNy2c_Md-PfJJuQEO-y-mfx66MmGNOY" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light">Foto: Prefeitura de Canoas</figcaption></figure>
</div>
<p id="ember61" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Também há impacto direto na rotina da cidade. Menos entulho descartado irregularmente significa menos obstrução de vias, calçadas e áreas públicas. Menos material em aterro significa mais vida útil para estruturas que já são caras e limitadas. Mais reaproveitamento significa obras públicas com menor custo e menor pressão sobre recursos naturais.</p>
<p id="ember62" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Apesar disso, a reciclagem de RCC ainda é pouco utilizada por muitos municípios. Falta planejamento, regulamentação, fiscalização e, principalmente, decisão de gestão. A prefeitura precisa organizar pontos de recebimento, separar corretamente os materiais, definir critérios técnicos para uso do agregado reciclado e criar demanda dentro das próprias obras públicas.</p>
<p id="ember63" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Esse é um exemplo claro de que inovação não precisa ser cara. Muitas vezes, inovar é mudar o processo, reaproveitar melhor o que já existe e transformar desperdício em solução urbana.</p>
<div class="reader-image-block reader-image-block--full-width">
<figure class="reader-image-block__figure">
<div class="ivm-image-view-model    reader-image-block__img-container">
<div class="ivm-view-attr__img-wrapper

        "><img decoding="async" id="ember64" class="ivm-view-attr__img--centered  reader-image-block__img evi-image lazy-image ember-view" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHVQSEYMic9UQ/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ8e9nOsIEAQ-/0/1782930896165?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=CuO1_J7PK8YgAlT77TSN1a0bt49sZwoJJzjr131Fzl0" alt="Conteúdo do artigo" /></div>
</div><figcaption class="reader-image-block__figure-image-caption display-block full-width text-body-small-open t-sans text-align-center t-black--light">Foto: Estre Ambiental</figcaption></figure>
</div>
<p id="ember65" class="ember-view reader-text-block__paragraph">O Brasil ainda desperdiça material nobre porque insiste em tratar a construção civil apenas pelo problema do descarte, e não pela oportunidade do reaproveitamento. Para cidades que enfrentam orçamento apertado, crescimento urbano e pressão por infraestrutura, essa é uma agenda que deveria estar no centro da gestão municipal.</p>
<p id="ember66" class="ember-view reader-text-block__paragraph">Reciclar RCC não é apenas uma pauta ambiental. É uma política de eficiência pública. É gastar melhor, reduzir desperdício e usar tecnologia simples para resolver problemas concretos da cidade.</p>
<p>O post <a href="https://modonezi.com.br/reciclagem-de-rcc-com-tecnologia-simples-inovacao-nao-precisa-ser-cara/">Reciclagem de RCC com tecnologia simples: inovação não precisa ser cara</a> apareceu primeiro em <a href="https://modonezi.com.br">Alexandre Modonezi</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
